terça-feira, 18 de maio de 2010
Caminho.
De repente cresci. De repente mudei. Mas...não foi de repente... Anos tentando sair do ciclo, anos tentando não sentir aquele desconforto.. E de repente, que não é de repente, eu simplesmente atuo de outra maneira. A postura mudou, assim como a atitude... É engraçado, estranho... É como um novo eu. Mas que caminho duro para chegar aqui! E quanto mais ainda por fazer! Ufa...
segunda-feira, 17 de maio de 2010
domingo, 16 de maio de 2010
I'm sorry...
Oficially, I do not exist. I'm not part of the big picture of your life...
I'm just a reverie, a dream...
Good dream I know... but...
I'm sorry.
Problably you'll never cross the line to get reach me, to touch me... neither to know and feel the real me.
I'm sorry...
I need to keep my life as always I had...
I'm just a reverie, a dream...
Good dream I know... but...
I'm sorry.
Problably you'll never cross the line to get reach me, to touch me... neither to know and feel the real me.
I'm sorry...
I need to keep my life as always I had...
sexta-feira, 14 de maio de 2010
Ouço vozes
Gentem, adorei este texto feito por Denise Gallo. Alguém discorda?
Era uma vez um dia livre. Vontade de ficar em casa, sem fazer nada. Mas talvez você devesse ir à academia se exercitar um pouco. Pensando bem, tantas exposições legais e tão raro ter um dia livre. E sua avó, que você prometeu visitar? Mas, se for ficar em casa mesmo, vê se arruma aquelas gavetas! Para distrair suas vozes internas, você decide folhear uma revista. E a tortura prossegue...
A página, aberta aleatoriamente, diz assim: "transforme uma simples chuveirada em um ritual de beleza e bem estar". Mas por que uma simples chuveirada não pode ser uma simples chuveirada? Por que tudo tem que ser uma experiência maravilhosa, inesquecível? Na chuveirada e na vida? E, pior, o que fazer com essa verdade mentirosa que diz que tudo depende das suas escolhas? Do Mozart que, caso você escolha fazer seu bebê ouvir, o fará mais inteligente à soja que, caso você escolha comer, fará você viver mais. A perguntinha segue ressonando: será que você está fazendo a escolha certa?
A combinação do discurso da autonomia individual com ideias de vida sempre tão rigorosos que pode ser muito boa para quem vende produtos, técnicas ou conselhos. Para quem está do lado de cá do balcão, é apenas um cercadinho travestido de liberdade que gera falta e frustração. Você paga pela frustração de nunca chegar lá - até porque "lá" nunca estará no mesmo lugar - e ganha a culpa de brinde, ao duvidar das escolhas que fez.
Culpa, o pretinho básico
Curioso como a culpa tornou-se um lugar-comum nas representações do feminino contemporâneo. Falar da mulher, de uns tempos para cá, é quase sempre falar de múltiplos papéis e da culpa pela impossibilidade de exercê-los com perfeição. Na mídia e na publicidade, a culpa feminina é o tubinho preto, o must have. E funciona como o componente de sinceridade de um discurso que pretende ser mais verdadeiro. Que ganho pequenino. Sinceridade, mesmo, é dizer que a mulher sente tanta culpa simplesmente porque não é livre. Porque no picadeiro de mulheres malabaristas, trapezistas e equilibristas ainda não cabem outras escolhas ou reais imperfeições. A não ser por esta pequena, embora muito perturbadora, concessão: a culpa por não se perfeita.
Era uma vez um dia livre. Vontade de ficar em casa, sem fazer nada. Mas talvez você devesse ir à academia se exercitar um pouco. Pensando bem, tantas exposições legais e tão raro ter um dia livre. E sua avó, que você prometeu visitar? Mas, se for ficar em casa mesmo, vê se arruma aquelas gavetas! Para distrair suas vozes internas, você decide folhear uma revista. E a tortura prossegue...
A página, aberta aleatoriamente, diz assim: "transforme uma simples chuveirada em um ritual de beleza e bem estar". Mas por que uma simples chuveirada não pode ser uma simples chuveirada? Por que tudo tem que ser uma experiência maravilhosa, inesquecível? Na chuveirada e na vida? E, pior, o que fazer com essa verdade mentirosa que diz que tudo depende das suas escolhas? Do Mozart que, caso você escolha fazer seu bebê ouvir, o fará mais inteligente à soja que, caso você escolha comer, fará você viver mais. A perguntinha segue ressonando: será que você está fazendo a escolha certa?
A combinação do discurso da autonomia individual com ideias de vida sempre tão rigorosos que pode ser muito boa para quem vende produtos, técnicas ou conselhos. Para quem está do lado de cá do balcão, é apenas um cercadinho travestido de liberdade que gera falta e frustração. Você paga pela frustração de nunca chegar lá - até porque "lá" nunca estará no mesmo lugar - e ganha a culpa de brinde, ao duvidar das escolhas que fez.
Culpa, o pretinho básico
Curioso como a culpa tornou-se um lugar-comum nas representações do feminino contemporâneo. Falar da mulher, de uns tempos para cá, é quase sempre falar de múltiplos papéis e da culpa pela impossibilidade de exercê-los com perfeição. Na mídia e na publicidade, a culpa feminina é o tubinho preto, o must have. E funciona como o componente de sinceridade de um discurso que pretende ser mais verdadeiro. Que ganho pequenino. Sinceridade, mesmo, é dizer que a mulher sente tanta culpa simplesmente porque não é livre. Porque no picadeiro de mulheres malabaristas, trapezistas e equilibristas ainda não cabem outras escolhas ou reais imperfeições. A não ser por esta pequena, embora muito perturbadora, concessão: a culpa por não se perfeita.
Tesão!!
Eu sei que é insano, mas a sensação é praticamente orgástica!! Dirigir como eu sempre fiz, "tocar", pqp.. não tem preço!!! Delícia mil vezes!!!!
quinta-feira, 13 de maio de 2010
AMIGAS!
Estou dirigindo pelas ruas de São Paulo, com minha super amiga em outro carro e a outra acabando de se arrumar... Vai saber quanto tempo para ela chegar!!
Bom, o fato é: estou com minhas melhores amigas, dar risadas, beber e falar muuuuito... Quanta saudade senti disso e hoje aproveito, aproveito muito...
Bom, o fato é: estou com minhas melhores amigas, dar risadas, beber e falar muuuuito... Quanta saudade senti disso e hoje aproveito, aproveito muito...
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Acho que sou um flâneur...
No espírito de inspiração, dou-lhes esta citação de Baudelaire, falando sobre esse andarilho das ruas urbanas, o flâneur ...
"A multidão é seu elemento, como o ar é das aves e a água dos peixes. Sua paixão e sua profissão, se tornam uma só carne com a multidão. Para o perfeito flâneur, para o espectador apaixonado, é uma alegria imensa de criar casa no coração da multidão, em meio ao fluxo e refluxo do movimento, no meio do fugitivo e do infinito. Para ficar longe de casa e ainda sentir-se em toda parte como em casa, vendo o mundo - tais são alguns dos menores prazeres independentes, apaixonados, imparciais naturezas que a língua pode desajeitadamente definir. O espectador é um príncipe que por toda parte se alegra em seu incógnito."
"A multidão é seu elemento, como o ar é das aves e a água dos peixes. Sua paixão e sua profissão, se tornam uma só carne com a multidão. Para o perfeito flâneur, para o espectador apaixonado, é uma alegria imensa de criar casa no coração da multidão, em meio ao fluxo e refluxo do movimento, no meio do fugitivo e do infinito. Para ficar longe de casa e ainda sentir-se em toda parte como em casa, vendo o mundo - tais são alguns dos menores prazeres independentes, apaixonados, imparciais naturezas que a língua pode desajeitadamente definir. O espectador é um príncipe que por toda parte se alegra em seu incógnito."
New Blog!
Eu estou super feliz! Finalmente nasceu meu novo blog! Lá falo de assuntos que gosto e que tem haver com a minha vida... Moda,fotografia, arquitetura, etc... Estou apenas no começo, mas sinto uma satisfação deliciosa. Sem pretenções, apenas falar do que gosto.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
The best mother's day ever!!
sexta-feira, 7 de maio de 2010
No início de Em Busca do Tempo Perdido, Proust descreve a lembrança sensitiva mais famosa da literatura.
"Muitos anos fazia que, de Combray, tudo quanto não fosse o teatro e o drama do meu deitar não mais existia para mim, quando, por um dia de inverno, ao voltar para casa, vendo minha mãe que eu tinha frio, ofereceu-me chá, coisa que era contra meus hábitos. A princípio recusei, mas, não sei por quê, terminei aceitando. Ela mandou buscar um desses bolinhos pequenos e cheios chamados madalenas e que parecem moldados na valva estriada de uma concha de São Tiago. Em breve, maquinalmente, acabrunhado com aquele triste dia e a perspectiva de mais um dia tão sombrio com o primeiro, levei aos lábios uma colherada de chá onde deixara amolecer um pedaço de madalena. mas no mesmo instante em que aquele gole, de envolta com as migalhas do bolo, tocou meu paladar, estremeci, atento ao que se passava de extraordinário em mim. Invadira-me um prazer delicioso, isolado, sem noção de sua causa. (...) De onde me teria vindo aquela poderosa alegria? Senti que estava ligada ao gosto do chá e do bolo, mas que o ultrapassava infinitamente e não devia ser da mesma natureza. De onde vinha? Que significava?
Onde apreendê-la? (...)
"E de súbito a lembrança me apareceu. Aquele gosto era o do pedaço de madalena que nos domingos de manhã em Combray (pois nos domingos eu não saía antes da hora da missa) minha tia Léonice me oferecia, depois de o ter mergunlhado em seu chá da Índia ou de tília, quando ia cumprimentá-la em seu quarto. O simples fato de ver a mandalena não me havia evocado coisa alguma antes de que a provasse (...) Mas quando mais nada subsiste de um passado remoto, após a morte das criaturas que a destruição das coisas, sozinhos, mas frágeis porém mais vivos, mais imateriais, mas persistentes, mais fiéis, o odor e o sabor permanecem ainda por muito tempo, como almas, lembrando, aguardando, esperando, sobre as ruínas de tudo o mais, e suportanto sem ceder, em sua gotícula impalpável, o edifício imenso da recordação."
quarta-feira, 5 de maio de 2010
E que venha a vida!
As always, minha cabeça continua como uma rave, e o corpo mais tazmânico que nunca... Porém, completamente diferente!!! Ufa!!!
Boa energia, criatividade, vontade, 1.000.000.000.000.000 Km/h, 1.000.000.000.000.000 de pensamentos, idéias, idéias e mais idéias!!!!!!!!
Agora continua a luta... estou atrás do equilíbrio... mas é tão bom, que delícia!!
Tudo vai ficar bem... Tudo está bem...
Eu sempre soube que o mundo conspira a meu favor!
Tudo está bem...
Boa energia, criatividade, vontade, 1.000.000.000.000.000 Km/h, 1.000.000.000.000.000 de pensamentos, idéias, idéias e mais idéias!!!!!!!!
Agora continua a luta... estou atrás do equilíbrio... mas é tão bom, que delícia!!
Tudo vai ficar bem... Tudo está bem...
Eu sempre soube que o mundo conspira a meu favor!
Tudo está bem...
The Italian label release their special edition handbags with silkscreen bird prints
Com lançamento agora em Maio, a marca Miu Miu desenhou uma Edição Especial de bolsas de plástico transparentes. A icônica bolsa da Miu Miu, foi redesenhada com serigrafias de aves impressas no plástico, com detalhes em couro em rosa pálido, amarelo, branco ou preto.
Estará disponível exclusivamente em lojas Miu Miu.


Estará disponível exclusivamente em lojas Miu Miu.


E diz que não é verdade!
"Dizes que a beleza não é nada? Imagina um hipopótamo com alma de anjo... Sim, ele poderá convencer os outros de sua angelitude - mas que trabalheira!"
Mario Quintana
Mario Quintana
Vivo...
"Não é que vivo em eterna mutação, com novas adaptações a meu renovado viver e nunca chego ao fim de cada um dos modos de existir. Vivo de esboços não acabados e vacilantes. Mas equilibro-me como posso, entre mim e eu, entre mim e os homens, entre mim e o Deus."
Clarice Lispector
Clarice Lispector
terça-feira, 4 de maio de 2010
The world!
I want to walk around the world, gain knowledge, learn, look at everything and see every detail, smell, perceive colors, understand the culture. And just enjoy it all ... this is me! I wish to do this for all my life!!
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Viver.
Vivi até aqui cada minuto da minha vida muito intensamente. Meus momentos felizes, minhas tristezas, quando estava sozinha, ou com a família, ou com amigos, ou com alguém especial...ou nem tão especial assim...
Muitas vezes esse meu "jeito" não foi visto como a maneira mais coerente de levar a vida... Pode até ser, mas de uma maneira ou de outra, sempre teremos ganhos e perdas certo? Então escolhi o que, entre prós e contras, valia mais a pena. Acho fundamental ser coerente consigo mesmo. Logo, agora que tenho consciência de como sou decido: continuarei a viver muito o meu presente!
Adorei tudo o que vivi até hoje e como vivi, o que me faz sentir satisfação, e não ter o "gosto de quero mais"! Se pudesse voltar, provavelmente faria tudo igual, mesmo quebrando a cabeça porque gosto de quem sou. Mas não tenho vontade de voltar no tempo, nem nostalgia do que passou. Eu, eu quero o hoje, quero o amanhã, quero viver cada minuto, sentir cada momento, ver, ouvir, tocar, fazer, conhecer tudo o que posso. E então, amanhã assim como hoje, sentirei satisfação e prazer pelo ontem.
Muitas vezes esse meu "jeito" não foi visto como a maneira mais coerente de levar a vida... Pode até ser, mas de uma maneira ou de outra, sempre teremos ganhos e perdas certo? Então escolhi o que, entre prós e contras, valia mais a pena. Acho fundamental ser coerente consigo mesmo. Logo, agora que tenho consciência de como sou decido: continuarei a viver muito o meu presente!
Adorei tudo o que vivi até hoje e como vivi, o que me faz sentir satisfação, e não ter o "gosto de quero mais"! Se pudesse voltar, provavelmente faria tudo igual, mesmo quebrando a cabeça porque gosto de quem sou. Mas não tenho vontade de voltar no tempo, nem nostalgia do que passou. Eu, eu quero o hoje, quero o amanhã, quero viver cada minuto, sentir cada momento, ver, ouvir, tocar, fazer, conhecer tudo o que posso. E então, amanhã assim como hoje, sentirei satisfação e prazer pelo ontem.
domingo, 2 de maio de 2010
Por que?
Com toda certeza e incerteza, com toda dúvida, com toda insegurança, mas principalmente com todo não saber. O que você quer... o que eu quero... a certeza que um dos dois, ou os dois vão se dar mal no final, se arrepender, não saber justificar porque... e assim vai até esquecer... Por que as lágrimas, por que o sofrimento?
Por que?
Por que o sentimento não tem lógica? Nem para ficar nem para separar...
Amor, paixão, ego, tesão, carinho, posse, cuidado... ego de novo... é meu...... sou sua... por que? Não entendo, é meu...
Por que?
Por que o sentimento não tem lógica? Nem para ficar nem para separar...
Amor, paixão, ego, tesão, carinho, posse, cuidado... ego de novo... é meu...... sou sua... por que? Não entendo, é meu...
sábado, 1 de maio de 2010
!!!
“Sou composta por urgências: minhas alegrias são intensas; minhas tristezas, absolutas. Me entupo de ausências, me esvazio de excessos. Eu não caibo no estreito, eu só vivo nos extremos. Eu caminho, desequilibrada, em cima de uma linha tênue entre a lucidez e a loucura. De ter amigos eu gosto porque preciso de ajuda pra sentir, embora quem se relacione comigo saiba que é por conta-própria e auto-risco. O que tenho de mais obscuro, é o que me ilumina. E a minha lucidez é que é perigosa. Se eu pudesse me resumir, diria que sou irremediável!”
Clarice Lispector
Clarice Lispector
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